O nanico PCdoB, que faz parte do grupo dos 7 (PMDB, PSD, PR, PP, PT e Pros), diz que só vai aderir ao grupo se os partidos apoiarem a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Assim, a tendência é que a legenda caminhe com o grupo, tendo em vista que é formado justamente por siglas da base da petista. Para a majoritária a agremiação aposta no juiz federal Julier Sebastião da Silva. Caso queira disputar o pleito, o magistrado tem até abril para se filiar e, com isso, ser exonerado do posto de juiz. “Caso Julier não se filie, o PCdoB não lançará outro nome”, pondera o presidente regional do PCdoB, Aislan Galvão. O juiz também já recebeu convite do PT, PMDB e já conversou com o PSD.
A candidatura de Julier dentro do grupo dos 7, segundo Aislan, cairia por terra se o senador Blairo Maggi (PR) decidisse disputar a vaga do Palácio Paiaguás. Caso o republicano resolva se candidatar também ficaria fora do páreo outros nomes que são cotados como possíveis pré-candidatos, por exemplo, Lúdio Cabral (PT) e Chico Daltro (PSD) e até de seu primo, Eraí Maggi (PP).
Os comunista ressaltam também que têm a mesma posição do grupo, de que o nome do governador Silval Barbosa (PMDB) é prioridade ao Senado. Em uma reunião realizada recentemente na casa do cacique do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, ficou decidido que, se Silval optar por concorrer à única vaga do Senado, o deputado federal Wellington Fagundes (PR) não apresentaria candidatura ao posto. “Nenhum partido do grupo dos 7 vai apresentar mais que um candidato para as vagas de majoritária”, ressaltou o presidente do PCdoB.
Em 3 de fevereiro, o bloco irá se reunir mais uma vez na casa de Bezerra. Eles vão apresentar, mais uma vez, os nomes que serão elencados em pesquisas quantitativas e qualitativas. Apesar de não assumirem pré-candidatura, Blairo e Julier estão entre as opções. “Estamos bem servidos de possíveis pré-candidatos”, avaliou Aislan.
Com a pesquisa em mãos, o grupo deve tentar convencer o senador republicano a disputar o cargo de governador. Ele tem liderado as pesquisas de intenção de votos de diversos institutos, inclusive as realizadas pelo Mark, em parceria com o Grupo RDNews. Maggi é quase unânime entre as lideranças políticas, mas tem reforçado que não pretende disputar. Eles seguem confiantes de que o ex-governador vai fazer o mesmo que em 2010, quando bateu o pé dizendo que não seria candidato ao Senado e sairia da vida pública. De última hora, contudo, voltou atrás, foi candidato e ganhou a disputa como o mais votado.
A proporcional para o Partido Comunista, no atual cenário político, é tida como secundária. Para disputar a vaga de federal a legenda aposta na reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lucia Cavalli Neder. Ela, no entanto, ainda não decidiu se vai concorrer. Em 2010 a legenda lançou Ana Flávia, estudante da UFMT, que obteve mais de 23.718 votos.
A candidatura de Julier dentro do grupo dos 7, segundo Aislan, cairia por terra se o senador Blairo Maggi (PR) decidisse disputar a vaga do Palácio Paiaguás. Caso o republicano resolva se candidatar também ficaria fora do páreo outros nomes que são cotados como possíveis pré-candidatos, por exemplo, Lúdio Cabral (PT) e Chico Daltro (PSD) e até de seu primo, Eraí Maggi (PP).
Os comunista ressaltam também que têm a mesma posição do grupo, de que o nome do governador Silval Barbosa (PMDB) é prioridade ao Senado. Em uma reunião realizada recentemente na casa do cacique do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, ficou decidido que, se Silval optar por concorrer à única vaga do Senado, o deputado federal Wellington Fagundes (PR) não apresentaria candidatura ao posto. “Nenhum partido do grupo dos 7 vai apresentar mais que um candidato para as vagas de majoritária”, ressaltou o presidente do PCdoB.
Em 3 de fevereiro, o bloco irá se reunir mais uma vez na casa de Bezerra. Eles vão apresentar, mais uma vez, os nomes que serão elencados em pesquisas quantitativas e qualitativas. Apesar de não assumirem pré-candidatura, Blairo e Julier estão entre as opções. “Estamos bem servidos de possíveis pré-candidatos”, avaliou Aislan.
Com a pesquisa em mãos, o grupo deve tentar convencer o senador republicano a disputar o cargo de governador. Ele tem liderado as pesquisas de intenção de votos de diversos institutos, inclusive as realizadas pelo Mark, em parceria com o Grupo RDNews. Maggi é quase unânime entre as lideranças políticas, mas tem reforçado que não pretende disputar. Eles seguem confiantes de que o ex-governador vai fazer o mesmo que em 2010, quando bateu o pé dizendo que não seria candidato ao Senado e sairia da vida pública. De última hora, contudo, voltou atrás, foi candidato e ganhou a disputa como o mais votado.
A proporcional para o Partido Comunista, no atual cenário político, é tida como secundária. Para disputar a vaga de federal a legenda aposta na reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lucia Cavalli Neder. Ela, no entanto, ainda não decidiu se vai concorrer. Em 2010 a legenda lançou Ana Flávia, estudante da UFMT, que obteve mais de 23.718 votos.
Fonte: http://www.rdnews.com.br/eleicoes/pcdob-exige-palanque-a-dilma/51352

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